Este comentário intitulado Matar o monstro, mudar o Estado Social, merece alguns comentários (citações do artigo em itálico).

Hoje olhamos para trás e sabemos identificar os erros. Primeiro o Novo Sistema Retributivo da Função Pública, nos idos meados dos anos 90, estava Cavaco Silva a caminho da sua segunda maioria absoluta. Depois as progressões automáticas e apoios sociais diversos, entre os quais pontua o Rendimento Social de Inserção, do tempo de António Guterres. E, claro, os habituais excessos pré-eleitorais que tiveram o seu auge no aumento salarial que foi dado à Função Pública no ano de 2009.
Isto não tem nada a ver com Estado Social. Tem a ver com políticas erradas ou oportunistas entre as quais pontificam a do grande génio das Finanças Aníbal Cavaco Silva. É útil escrevê-lo para que se perceba como é que Cavaco conseguiu maiorias absolutas.
O problema central está no universo dos subsídios e apoios que os governos sucessivos foram expandindo com a ilusão de assim estarem a criar um Estado Social. Acabou por se criar um monstro financeiro e uma sociedade monstruosa.
Esta universo até é dos menores da Europa mas, já assim a ilustre comentadora se assusta!
Esta universo até é dos menores da Europa mas, já assim a ilustre comentadora se assusta!
O Estado dito social ficou de tal forma monstruoso que destruiu a rede social que existia entre as pessoas e gerou um País de dependentes, de "eu tenho direito e eles que resolvam o problema daquele pobre coitado, que eu pago os meus impostos".
Eu gostava é que a ilustre comentadora explicasse a que é que se refere. Isto é, que apoios é que deviam ser retirados.
.A sociedade norte-americana é monstruosa pela ausência de Estado Social. Portugal chega a ser monstruoso pelo excesso de Estado Social.
.A sociedade norte-americana é monstruosa pela ausência de Estado Social. Portugal chega a ser monstruoso pelo excesso de Estado Social.
Excesso? Onde?
É preciso emagrecer o Estado Social se não quisermos ser destruídos pelo monstro financeiro e pela sociedade de dependentes que ele gera.
É preciso emagrecer o Estado Social se não quisermos ser destruídos pelo monstro financeiro e pela sociedade de dependentes que ele gera.
Pois é, mais uma vez, onde é que se corta?
E é este o problema. É preciso cortar? Sim, mas onde?
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