
Do blog Tripalium tirei a citação seguinte de um livro de Álvaro Santos Pereira, o nosso Álvaro, Ministro da Economia deste Governo.
Álvaro Santos Pereira, O Medo do Insucesso Nacional
Durante séculos, a majestosa cidade de Braga especializou-se na produção de um produto: padres. Basta percorrer as monumentais ruas da cidade para perceber a importância que a religião e a Igreja Católica têm para a região. São edifícios e mais edifícios (muitos deles de grande dimensão) dedicados à produção e formação de sacerdotes. Hoje em dia, a indústria de produção de sacerdotes

Álvaro Santos Pereira, O Medo do Insucesso Nacional
Indústria de produção de padres??? My God! Como é possível?
Este Álvaro devia era ser proibido de escrever... e, já agora, de falar... Estou-me a lembrar daquela dos pastéis de nata.
O Álvaro, perdido lá pelos frios do Canadá, não devia saber, mas já há pastéis de nata por todo o lado, o pastel de nata há muito que está internacionalizado.
Por exemplo, a maior cadeia de fast food da China é o Kentucky Fried Chicken. E em todos os KFC há pasteis de nata cuja receita foi comprada em Macau.
(tirado do site chinês da KFC, ver aqui)
Bom, experimentei num KFC em Nanquim estes pastéis de nata e concluí que quem vendeu a receita à KFC não percebia nada de pastéis de nata...
Este Governo ainda nem um ano tem e os disparates do Álvaro já davam para encher uma enciclopédia inteira.
E a sorte dele é a Comunicação Social trata-lo com todo o carinho. O que seria se fosse ministro de um governo de Sócrates!

Uma das que ele disse e que eu saiba, ninguém lhe chamou a atenção, foi quando se escandalizou por os trabalhadores, creio que da Carris, terem 30 dias de férias por ano, enquanto que o normal cá em Portugal era ter-se só 22 dias de férias por ano.
Pois é, não ocorreu ao Sr. Ministro de que os 30 dias eram corridos, incluindo fins de semana, enquanto que os 22 eram dias úteis.
Realmente, os únicos que devem ter apoiado energicamente a nomeação do Álvaro para ministro devem ter sido os canadianos que se viram livres dele.
Realmente, os únicos que devem ter apoiado energicamente a nomeação do Álvaro para ministro devem ter sido os canadianos que se viram livres dele.

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