Europe
The Final Countdown
***
Joan Baez
We shall overcome
(Venceremos)
Google
 

Quinta-feira, Abril 30

Isto é grave!!!!MUITO GRAVE

URGENTE:

VOTAÇAO NO PARLAMENTO EUROPEU NO DIA 5 DE MAIO DE 2009

Não deixe que o parlamento europeu lhe feche a internet... não haverá
volta atrás!

Aja agora!

O acesso à internet não é condicional

Todos os que têm um site, blog bem como todos aqueles que usam o
Google ou o Skype, todos aqueles que gostam de expressar as suas
opiniões livremente, investigarem do modo que entendem seja para
questões pessoais, profissionais ou académicas, todos os que fazem
compras online, fazem amigos online, ouvem música ou vêm videos...

Milhões de europeus dependem da internet quer seja directa ou
indirectamente no seu estilo de vida. Tirá-la, limitá-la, restringi-la
ou condicioná-la, terá um impacto directo naquilo que fazemos. E se um
pequeno negócio depender da internet para sobreviver, torná-la
inacessível num período de crise como o que vivemos não pode ser bom.

Pois a internet que conhecemos está em vias de extinção através das
novas regras que a União Europeia quer propôr no final de Abril.
Segundo estas leis, os provedores de serviço, ou seja as empresas que
nos fornecem a internet, PT, Zon, Clix entre muitas outras, vão poder
legalmente limitar o número de websites que visitamos, além de nos
poderem limitar o uso ou subscrição de quaisquer serviços que
queiramos de algum site.

As pessoas passarão a ter uma espécie pacotes de internet parecidos
com os da actual televisão. Será publicitada com muitos "novos
serviços" mas estes serão exclusivamente controlados pelo fornecedor
de internet, e com opções de acesso a sites altamente restringidas.

Isto significa que a internet sera empacotada e a sua capacidade de
aceder e colocar conteúdo será severamente restringida. Criará pacotes
de acessibilidade na internet, que não se adequam ao uso actual que
damos à internet hoje.

A razão é simples...

Hoje a internet permite trocas entre pessoas que não são controladas
ou promovidas pelo intermediário (o estado ou uma grande empresa), e
esta situação melhora de facto a vida das pessoas mas força as grandes
corporações a perderem poder, controle e lucros. E é por isso que
estas empresas forçam os políticos "amigos" a agirem perante esta
situação.

A desculpa é a pirataria de filmes e música, mas as verdadeiras
vítimas seremos todos nós, a democracia e a independência cultural e
informativa do cidadão.

Recentemente, vieram com a ideia que a pirataria de vídeos e música
promove o terrorismo
(http://diario.iol.pt/tecnologia/mapinet-internet-pirataria-terrorismo-crime
-tvi24/1058509-4069.html

) para que seja impensável ao cidadão comum não estar de acordo com as
novas regras...

Pense no modo como usa a internet! Que significaria caso a sua
liberdade de escolha lhe fosse retirada?

Hoje em dia, a internet é sobre a vida e liberdade. É sobre fazer
compras online, reservar bilhetes de cinema, férias, aprendermos
coisas novas, procurar emprego, acedermos ao nosso banco e fazermos
comércio.

Mas é também sobre coisas divertidas como namorar, conversar, convidar
amigos, ouvir música, ver humor, ou mesmo ter uma segunda vida.

Ela ajuda-nos a expressarmo-nos, inovarmos, colaborarmos,
partilharmos, ajuda-nos a ter novas ideias e a prosperar... tudo sem a
ajuda de intermediários.

Mas com estas novas regras, os fornecedores de internet escolherão
onde faremos tudo isso, se é que nos deixarão fazer.

Caso os sites que visitamos, ou que nós criámos não estejam incluídos
nesses pacotes oferecidos por estas empresas, ninguém os poderá
encontrar.

Se somos donos de um site ou de um blog e não formos ricos ou tivermos
amigos poderosos, teremos de fechar.

Só os grandes prevalecerão, com a desculpa de que os pequenos não
geram tráfego suficiente para justificar serem incluídos no pacote.

Continuaremos a ter a Amazon, a Fnac ou o site das finanças, mas poucos
mais.

Os telefonemas gratuitos pela internet decerto que acabarão ( como já
se passa nalguns países da Europa) e os pequenos negócios e grupos de
discussão desaparecerão, sobretudo aqueles que mais interessam, os que
podem e querem partilhar a sua sabedoria gratuitamente com o mundo.

Se nada fizermos perderemos quase de certeza a nossa liberdade e uso
livre da internet.

A proposta no Parlamento Europeu arrisca o nosso futuro porque está
prestes a tornar-se lei, uma lei quase impossível de reverter.

Muitas pessoas, incluíndo deputados do Parlamento Europeu que a vão
votar positivamente, não fazem a menor ideia do que isto pode querer
dizer, nem se apercebem das implicações brutais que estas regras terão
na economia, sociedade e liberdade. Estas medidas vêm embrulhadas numa
coisa chamada "Pacote das Telecom´s" disfarçando estas leis de algo
que apenas é relativo à indústria das telecomunicações.

Mas na verdade, tudo não passa de regras sobre o uso futuro da
internet. A liberdade está a ser riscada do mapa.

Nestas leis propostas, estão incluídas regras que obrigam as Telecoms
a informaram os cidadãos das condições em que o acesso à internet é
fornecido. Parece ser uma coisa boa, em nome da transparência, mas não
passa de uma diversão para poderem afirmar que podem limitar o nosso
acesso à liberdade na internet, apenas terão é que informar-nos disso.

O futuro da internet está em jogo e precisamos de agir já para o salvar.

Diga ao Parlamento Europeu que não quer que estas alterações sejam votadas.

Lembre-os que as eleições europeias são em Junho e que a internet
ainda nos dá alguma liberdade para que possamos observar e julgar os
seus actos no Parlamento.

Saiba que não está sozinho(a) nesta luta... Enquanto lê isto, centenas
e centenas de outras organizações estão a trabalhar para que esta
mensagem chegue a quem de direito. Milhares de pessoas estão também a
contactar os seus deputados neste sentido. Ajude-se a si mesmo,
colabore e faça o que pode por esta causa...

A internet é tão sua como deles...

Divulgue esta mensagem o mais que possa...

Pode também escrever aos seus deputados...

Estes são os nossos deputados no Parlamento Europeu:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Deputados_de_Portugal_no_Parlamento_Europeu_(20
04-2009)

ou
http://www.europarl.europa.eu/members/expert/groupAndCountry/search.do;jsess
ionid=69ADF04943C000194117E9C7032EEC31.node1?country=PT&language=PT

Para mais informações sobre a lei:
http://www.laquadrature.net/en/telecoms-package-towards-a-bad-compromise-on-
net-discrimination

http://www.laquadrature.net/wiki/Telecoms_Package
http://en.wikipedia.org/wiki/Telecoms_Package
http://www.blackouteurope.eu/

Segunda-feira, Abril 27

De país colonizador a país colonizado (i.e. 1974 a 2009)





Esta bela canção serve para nos lembrar que em uns 35 anos passamos de país colonizador a país colonizado.

Serve também para nos lembrar que o nosso problema não são eleições europeias, nem outras eleições em que a escolha é limitada a partidos mais ou menos iguais, nem Freeport, TGV ou aeroporto de Alcochete, o nosso problema resume-se a AUTODETERMINAÇÃO JÁ.



Quinta-feira, Abril 23

Isto está mau...

A crise parece estar a chegar a todos.

A Alemanha é um dos poucos países onde a prostituição está completamente legalizada. Os outros são a Holanda, Aústria, Suiça, Hungria, Grécia, Turquia, algumas zonas da Austrália e o estado americano de Nevada.
O negócio é próspero na Alemanha onde se encontram registados 400.000 trabalhadores sexuais de ambos os sexos (embora os homens sejam uma minoria).
O volume de negócios anual anda pelos 14 mil milhões de Euros, isto é, cada alemão, homem ou mulher gasta por ano mais de 220 Euros em prostituição (contando só a população adulta).
Os recursos desta indústria são mesmo uma fonte de receitas importante para algumas municipalidades.
Ora agora a crise chegou a esta zona.
As quebras de clentela são grandes e alguns proprietários queixam-se de que clientes habituais que apareciam duas e três vezes por semana agora só aparecem quanto muito uma.

Como, pelo menos até à data o Governo Federal só apoiou bancos e indústria automóvel, esquecendo esta actividade, os seus industriais lançaram-se em campanhas de descontos, promoções, cartões fidelidade, etc.

Em Berlim o Pussy Club lançou uma flat rate de €70 para comida, bebida e sexo ilimitado entre as dez da manhã e as quatro da tarde.

Outros clubs fazem descontos a jogadores de golfe, clientes seniores, etc.

Em Haburgo a GeizHaus apostou no desconto e orgulha-se de apresentar um preço reduzido de €38.50 para qualquer tipo de cliente.

O Artemis Club em Berlim manteve o preço de €80,00 mas dá um desconto de 50% a choferes de táxi e a seniores aos Domingos e Segundas. Esta club é dos maiores da Europa com cerca de setenta meninas.

Bom, de um modo geral todos se queixam e tomaram medidas. Actualmente já é possível encontrar clubs a praticarem preços de trinta Euros e, pior, a indústria está a ser invadida por amadoras que fazem uma concorrência desleal dado não pagarem impostos nem terem custos sociais.

Aproveita-se para chamar a atenção da Angela, chanceler alemã, para este grave problema pois, se banqueiros e grandes financeiros tiveram direitos a apoios, porque é que os chulos e as putas o não têm?

Quarta-feira, Abril 22

Piratas há muitos...

A Comunicação Social está cheia de notícias sobre o grave problema da pirataria nas águas junto à Somália.
É obviamente um problema grave.
Só que só se fala de um lado da pirataria, não se fala do outro lado da pirataria. É que piratarias há muitos.
A Somália não tem Governo de facto há mais de vinte anos e, portanto, a sua ZEE está aberta a quem aparece por lá.
Como as águas da Somália são ricas em peixes cobiçados, como por exemplo o atum, durante muitos anos as suas águas encheram-se de barcos de pesca que delapidavam as suas águas à vontade.
Barcos de pesca de muitos países mas, principalmente da União Europeia com a Espanha à frente.
Isto sem se pagar um tostão que fosse aos reais donos das águas, o povo somali.
Além da pesca também se utilizaram aquelas águas como lixeira despejando lá toneladas de produtos tóxicos, até produtos radioactivos!
Empresas europeias gastavam USD$2,50 por tonelada para despejar lá lixo tóxico que custaria uns USD$250,00 por tonelada para tratar na Europa.
Há mesmo relatos de muitas mortes causadas por envenenamento das águas.
Com tudo isto os somalis começaram a reagir e passar-se de uma defesa costeira artesanal para pirataria foi um passo fácil de dar.
As empresas espanholas e outras deixaram de pescar lá desde 2006 devido ao perigo de serem atacados por piratas mas estes continuaram e evoluiram adquirindo mais recursos e maior capacidade de combate.

A dúvida é legitima, estamos em presença de piratas ou de guardas costeiros?

Bom, mas o que se sabe é que os americanos prenderam um desgraçado de um puto de 16 ou 17 anos, extraditaram-no para os Estados Unidos e vão julga-lo por pirataria...

Quanto aos piratas anteriores, espanhóis, franceses, etc., ninguém os julga como também ninguém indemniza o povo somali nem pelos recursos espoliados nem pela degradação das suas água por lixo tóxico...

Sexta-feira, Abril 17

Casamento homossexual e violência homossexual

Registou-se esta semana o primeiro caso de violência doméstica entre um casal homossexual, tendo resultado na morte violenta de um dos homens e no suicídio do outro, em Adra, no sul de Andaluzia.
Fontes locais disseram, esta quarta-feira, que a vítima, um espanhol de 34 anos, foi apunhalado no pescoço pelo seu marido, de origem marroquina, do qual se encontrava separado há dois meses. O alegado assassino acabou por se suicidar.

Obama aposta nos comboios rápidos...

Esta notícia do New York Times (ver aqui), diz-nos que Deus, sorry, Obama, resolveu investir em dez linhas de comboios rápidos em pelo menos dez regiões.
Na apresentação do projecto disse: "What we need, then, is a smart transportation system equal to the needs of the 21st century, a system that reduces travel times and increases mobility, a system that reduces congestion and boosts productivity, a system that reduces destructive emissions and creates jobs".
Para já prentende investir num pacote de estimulos de 8 mil milhões de dólares nos próximos dois anos mais mil milhões por ano nos durante cinco anos. E estes valores são só para o salto inicial.
As linhas a construir terão entre 160km e 960km e estarão espalhadas por todos os Estados Unidos.
O que é que a Velha da Lapa e os seus seguidores dirão deste plano? Provavelmente evitarão falar dele...