Europe
The Final Countdown
***
Joan Baez
We shall overcome
(Venceremos)
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Segunda-feira, Novembro 29

O fim da União Europeia?

O Professor Luciano Amaral publicou no Diário Económico um artigo sobre o Euro e a UE intitulado O fim da União Europeia?  (ver aqui)


O artigo (que se reproduz a seguir) é interessante e merece alguns reparos.

A UE funcionou sempre a favor de alguns e em desfavor também de alguns.
No nosso caso, por exemplo, é muito discutível se ganhamos qualquer coisa com a adesão à CEE/UE.
Antes, ainda no tempo de Salazar, quando aderimos à EFTA, ganhamos e ganhamos muito. Com a adesão a economia portuguesa disparou chegando a crescer a dois dígitos.
Mas isso não aconteceu com a adesão à CEE/UE. De um modo geral e apesar dos fundos estruturais, a economia foi estagnando.
Desde o arranque do Mercado único (1/Jan/1993) que o nosso crescimento é muito anémico.
Primeiro até recuámos. Depois fomos crescendo levemente acima da média da CEE/UE, prenunciando uma convergência para a média europeia lá para meados do Século XXI ou mesmo ainda mais tarde.
Mas depois entramos no Euro e foi o descalabro total.
A situação actual é insustentável e acabaremos ou por sair do Euro ou por ficar num Eurinho de que sairão a Alemanha e alguns países do centro da Europa.
Em qualquer dos casos teremos, nós e, pelo menos os PIIG's, Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha) desvalorizações da ordem dos 20 ou 30% o que tornará inviável o mercado único e a livre circulação de mercadorias pois uma Alemanha nunca poderia aceitar uma Itália com uma moeda desvalorizada e que a invadiria de produtos.

Sim, a União Europeia está no ocaso, provavelmente não durará muito, pelo menos na sua forma actual e quem a destruirá não serão os seus opositores, serão os seus entusiastas que a meteram num projecto idiota, na Moeda Única (Euro).


Quanto ao artigo:


O fim da União Europeia?
Por Luciano
(Publicado no Diário Económico, 27/11/2010)
Há cerca de duas semanas, a chanceler Angela Merkel afirmou que “se o euro falhar, falha a União Europeia”, no que foi secundada alguns dias depois pelo Presidente de todos os europeus, Herman Van Rompuy, de acordo com o qual “se não sobrevivermos com o euro, não sobreviveremos como União Europeia”. Quem sou eu para argumentar com tais sumidades continentais, mas pergunto-me se não será exactamente ao contrário: o euro é que ameaça a União Europeia.
Talvez valha a pena começar por lembrar o óbvio: a UE é um arranjo institucional com cerca de cinquenta anos, mas só dez deles foram vividos em união monetária; e fora da dita estão países tão importantes como o Reino Unido, a Suécia ou a Dinamarca. Foi sem o euro que a UE se transformou no sucesso que (ainda) hoje é, promovendo a cooperação onde antes havia guerra. Até à união monetária, a UE começou por ser simplesmente uma área de livre-câmbio e uma união aduaneira (ou seja, com protecção exterior idêntica para todos os países-membros), tendo-se transformado depois (há cerca de vinte anos) num mercado comum (permitindo a livre circulação do capital e do trabalho). Tudo isto funcionou em benefício dos países participantes, que atravessaram uma longa prosperidade. Era, para além disso, um arranjo suficientemente flexível para que, por alargamentos sucessivos, a UE passasse dos seis membros originais para os actuais vinte e sete, tão diferentes.
Precisamente, a união monetária introduziu tensões onde elas não existiam (como parece anódino hoje o “quero o meu dinheiro de volta”, de Margaret Thatcher). Em sua consequência directa, e ficando cada país entregue ao respectivo nível de produtividade, alguns tornaram-se excedentários e outros deficitários nas trocas comerciais e nos pagamentos entre si. As duas únicas soluções rápidas para este desequilíbrio seriam o abandono da moeda única pelos deficitários ou então a assunção das suas dívidas pelos excedentários. Ninguém gosta da primeira solução, embora em nome do realismo fosse bom começar a pensar na sua eventualidade. Quanto à segunda, parece que os países excedentários não a apreciam. É verdade que o Presidente Van Rompuy afirmou há pouco tempo que “o Estado-nação homogéneo já passou à História”. No entanto, o Estado-nação homogéneo alemão (o único capaz de pagar esta factura) tem mostrado grande relutância em desaparecer – e sobretudo em pagar. Provavelmente precisará que lhe expliquem porque será um bom investimento enterrar fortunas em estados-nação homogéneos que, dentro do euro, tão cedo não sairão do buraco em que se enfiaram. Sem querer contrariar ninguém, esse sim talvez seja o caminho mais rápido para o fim da União Europeia.

In the year 2525

Estando a ler as notícias sobre o estado do Mundo dei para me lembrar de uma antiga canção, In the year 2525:




Esta canção começa com os seguintes dizeres:

In the year 2525,If man is still alive,
If woman can survive,

Sim, no ano 2525, daqui a uns míseros 15 anos, o homem ainda existirá, a mulher sobreviverá?

Francamente, a questão coloca-se. A sociedade actual controlada por bancos e sociedades financeiras ignora-nos totalmente e vai-nos destruindo.

As crianças vão-se tornando raras, estamos a caminhar para uma sociedade de velhos e de velhos miseráveis.

Uma sociedade de velhos tende a extinguir-se por falta de descendência. E é para uma sociedade destas que estamos a caminhar...

E, numa sociedade sem jovens, sem classe trabalhadora, nem os ricos sobreviverão pois não terão ninguém para trabalhar para eles.

A organização actual da sociedade é suicida... talvez duremos além do ano 2525, mas, se não houver um levantamento geral que mude radicalmente a sociedade actual, não sobreviveremos muito para além disso.


Cancun

Amanhã começa a cimeira de Cancun sobre o magno problema do clima, isto é, das alterações climáticas, antes conhecidas por aquecimento global...

É curioso que a cimeira anterior (Copenhaga) foi alvo de uma grande campanha enquanto que esta quase que passa desapercebida.

E, quando Copenhaga falhou houve um coro de protestos e acabou-se dizendo que tinha sido um adiamento pois os grandes problemas iriam ser resolvidos em Cancun.

Agora, silêncio... pudera, a tese do aquecimento global já não convence ninguém, o mundo está cada vez mais frio e ninguém está disposto a desembolsar as somas que se previam ser necessárias para convencer os países do terceiro mundo a adiar a industrialização.

Provavelmente estaremos em face de novo falhanço o que é uma boa notícia para todos nós.

Ahhh! Já se fala abertamente na porcaria do Euro!

O Professor João Ferreira do Amaral diz abertamente que "A economia tem sido destruída pelo euro"!

Ver Diário Económico:

"A economia tem sido destruída pelo euro"
25 Maio 2010 | 00:01




A estagnação da economia é, em parte, consequência da força da moeda única, afirma, em entrevista, João Ferreira do Amaral. A saída temporária do euro ou mecanismos de protecção dentro dele são soluções apontadas para adaptar a economia portuguesa. Cortar salários, diz, não resolve o problema. Nos mercados, o euro continua a cair.
A estagnação da economia é, em parte, consequência da força da moeda única, afirma, em entrevista, João Ferreira do Amaral. A saída temporária do euro ou mecanismos de protecção dentro dele são soluções apontadas para adaptar a economia portuguesa.

Cortar salários, diz, não resolve o problema. Nos mercados, o euro continua a cair

Domingo, Novembro 28

Vamos lixar os bancos?


Esta ideia veio do antigo jogador de futebol Eric Cantona.

Aparentemente até está a ter algum apoio:

Informação incorrecta

França

Onde encotramos links para os sites nacionais desta iniciativa, incluindo o português.

Oração

Passos Coelho,
Presidente do PSD e aspirante a Primeiro Ministro

Quarta-feira, Novembro 24

Estamos na frente?

Espanta-me a ignorância dos políticos em geral.

Depois de se ter ajudado a Irlanda os políticos aparentemente esperavam que os mercados acalmassem.
Claro que esta ajuda só os excitou e hoje os juros portugueses e espanhóis estão em alta nos mercados secundários.
A única dúvida é se nós é que vamos ser a próxima vitima, se o seremos juntamente com os espanhóis ou se os espanhóis nos ultrapassam e são eles os sacrificados.

Para já, nos mercados secundários os juros de ambas as dividas estão em alta, com a portuguesa acima da espanhola mas ainda abaixo do seu máximo e com a espanhola no seu máximo.

Sempre me pareceu previsível que era isto que ia acontecer mas para os políticos aparentemente não, a ajuda à Irlanda deveria acalmar os mercados. Nitidamente não acalmou.

E o que é que nos espera? O problema é simples, quando a crise chegar a Espanha, o mais provável é o Euro estoirar.

Entretanto o impagável Durão Barroso diz que se não fosse o Euro estaríamos muito piores... pobre tanso, se não fosse o Euro estaríamos era numa situação muito diferente e provavelmente muito melhor.


Camilo Lourenço e as centrais sindicais

Camilo Lourenço
Este senhor chama-se Camelo Camilo Lourenço e escreve em jornais, fala na rádio e TV, etc., deve considerar-se um opinion maker.

Agora escreveu um curto artigo no Jornal de Negócios intitulado Em que século vive Carvalho da Silva, criticando algumas declarações que este dirigente sindical fez ao Diário Económico.

Para já escreve com um paternalismo irritante chamando na prática estúpido ao dirigente sindical.

Depois diz que a única via dos sindicatos ajudarem a melhorar os salários é contribuirem para melhorar a produtividade, nem mais.

O que é espantoso é que este cavalheiro nunca refere que o problema da produtividade depende de muita coisa, da adesão ao Euro, por exemplo.

Reduzir o aumento de produtividade a problemas laborais é idiota e perigoso. É que se não houver uma pressão de baixo (subida de salários, por exemplo)  as empresas podem tentar ganhar produtividade à custa de baixos salários, deixando de ter sentido as propostas do senhor Camelo Camilo Lourenço.

Para o caso do artigo desaparecer com o tempo, deixo aqui uma cópia.

Em que século vive Carvalho da Silva?

Terça-feira, Novembro 23

O próximo...

Depois da rendição da Grécia e da Irlanda aos senhores do Mundo, do Mundo, da UE, do dinheiro, dos mercados e, vade retro satanas, dos nossos corpos e almas, parece ter chegado a nossa vez.

Pelo menos é o que corre na imprensa internacional:

Finantial Times (onde se refere que o Reino Unido não ajudará Portugal!

Finantial Times

Finantial Times (ainda)

Guardian

Blomberg

O problema é que não foi nem a Grécia, nem a Irlanda, nem Portugal, nem qualquer outro país que se puseram a jeito e por isso estão a ser vitimas de especulação.

A especulação está a incidir sobre o Euro e, a forma mais fácil e barata de o atacar é pelas pontas mais fracas, isto é, nós, a Grécia, Irlanda, etc.

E, pior, isto não vai acabar, os países irão caindo um a um até à crise chegar à própria Alemanha que, com uma moeda enfraquecida estará, nessa altura, já de joelhos.

Provavelmente isto não irá acontecer, o Euro cairá antes, muito antes e o erro que muitos Governos estão a cometer, a começar pelo nosso, é não entender isto e tentar resistir, mesmo com o povo português a sacrificar-se pela salvação de uma moeda que além de estrangeira já se encontra em fase terminal.

A UE já vai tendo dentes...

Até à data a UE parece necessitar dos órgãos dos Estados Membros para se defender ou atacar quem quer que seja.
E ainda bem que assim é pois o que mais me assustaria era uma UE com dentes, com a capacidade de atacar qualquer cidadão em qualquer Estado Membro, passando por cima dos órgãos policiais e judiciais desse Estado.
Só que, para mal dos nossos pecados, as coisas estão a mudar (ver aqui).

Actualmente já estão no terreno os seguintes instrumentos:

  • Europol, uma polícia criminal com um orçamento de mais de 70 milhões de Euros e cujos membros  (650) têm imunidade diplomática;
  • Gendarmaria Europeia, uma força paramilitar já com uns 800 membros;
  • Mandado de Busca e Captura Europeu que permite que qualquer cidadão objecto de um mandado judicial de um Estado Membro seja despachado do seu país, para o do Tribunal que emitiu o mandado e ficar preso nesse Estado por muito tempo;
  • Ordem Europeia de Investigação que dá à polícia de qualquer Estado Membro o poder para obrigar a polícia de outro Estado a conduzir investigações que interessem aquele o que incluí registos bancários, comunicações, impressões digitais, ADN, etc..
Isto além das já existentes Eurojust e Frontex (patrulhamento de fronteiras).

Há também um Committee on Operational Co-operation on Internal Security, COSI, criado pelo art.º 71 do Tratado de Lisboa e cujo alcance ainda não se vislumbra em toda a sua totalidade.

É importante que a UE acabe e acabe rapidamente pois, por ora, ainda tem poucos instrumentos para se defender mas, daqui a uns anos já os deve ter e defenderá cara a sua existência, custe o que custar aos cidadãos dos Estados Membros.



Catástrofe!

Segundo parece um fungo atacou as plantações de papoila no Afganistão reduzindo a sua produção de ópio este ano, para metade.

O que é muito grave pois, desde que a NATO tomou conta do Afganistão, a produção de ópio deste país disparou calculando-se que forneça uns 90% do consumo mundial.

Como consequência há falta de heroína na Europa e os aldrabões dos dealers estão a mistura-la com toda a porcaria que encontram para manter o fornecimento nos níveis habituais (ver aqui).

É de espantar que Al Gore ainda não tenha vindo dizer que esta catástrofe é causada pelo aquecimento global e tinha mesmo sido prevista nos modelos. 

Segunda-feira, Novembro 22

Quercus e Ministério querem substituir fraldas descartáveis por reutilizáveis

Descobri esta idiotice aqui.

É que a Quercus e a Dr.ª Pássaro, Ministra do Ambiente, descobriram que uma criancinha durante dois anos e meio produz uma tonelada de fraldas descartáveis, 400Kg por ano!

Tendo em atenção de que nascem umas cem mil criacinhas por ano em Portugal, temos uma produção anual de 40.000 toneladas de fraldas... é realmente muita merda, quase tanta como a produção conjunta da Quercus e da Dr.ª Pássaro...

Assim, estes crânios inventaram uma coisa espantosa, a fralda reutilizável. Fralda esta que pode passar de irmão em irmão e, caso se opte pelo filho único, poderia ser vendida em segunda mão ou antes, em segundo rabo...

Bom, voltariamos a tempos não muito antigos em que as fraldas eram de pano e claro, reutilizáveis.

Agora gostava era de saber se estes crânios fizeram as contas todas, isto é, fraldas reutilizáveis suponho que têm de ser lavadas... sublinho o suponho pois com esta gente nunca se sabe...

E lavar uma fralda cheia de merda gasta água (muita) e detergente, detergente este que vai para os esgotos o que parece que provoca problemas ambientais. Mesmo na óptica miudinha da Quercus e da Dr.ª Pássaro, será que compensa?

Só espero que estes não comprem o nº3 da revista Quero Saber pois, nesta revista vem, como é que funcionavam os banhos romanos e, descobre-se o seu grande espírito ecologista pois tinham uma espécie de papel higiénico reutilizável. Em frente das retretes havia um canal onde corria água limpa e que era utilizado para lavar as esponjas que serviam para limpar o rabinho, esponjas estas que eram reutilizadas pelos utentes dos banhos públicos.

Se a Quercus e a Dr. Pássaro adoptarem esta solução revolucionária deviam fazer uma demonstração pública do seu funcionamento...

Esperança...

William Hague, Ministro dos negócios estrangeiros britânico espera que o Euro sobreviva (ver aqui).

Disse que era impossível saber quando é que o Euro entraria em colapso embora esperasse que ele sobrevivesse.

É espantoso como é que o Mundo, isto é, a Europa mudou! Aqui ainda há um ano nenhum político de nomeada se atrevia, sequer, a colocar dúvidas sobre o Euro, para toda a classe política o Euro era eterno.

Mas, agora, é diferente. Para já, a maior parte dos membros da classe dirigente passam o tempo a garantir que o Euro não está em perigo, o que é mau sinal pois, se não estivesse em perigo nem se falaria disso.

Há no entanto excepções como a referida que admitem mesmo o colapso do Euro.

Quando do lançamento do Euro, em 1999, o economista americano Milton Friedman, prémio Nobel da Economia, disse que o Euro não sobreviveria à sua primeira grande crise, primeira e provavelmente última (ver aqui e também aqui).

Citando de memória creio que ele chegou mesmo a dizer que o Euro duraria até 2010 embora depois tivesse corrigido para 2013 ou 2014 pois o Euro estaria a portar-se melhor do que pensava.

De qualquer modo estamos a chegar ao fim da linha,

A Grécia já estoirou o passou a ser um protectorado BIF (Brussels, International Monetary Fund e Frankfurt). Agora foi a vez da orgulhosa Irlanda estoirar (volta IRA!).

E a seguir?

Para já estamos nós, orgulhosamente sós a aguentar o Euro, o Euro, a Espanha, a Itália, França, Alemanha, etc.!

E a seguir? Será a Espanha? Ou ir-se-à primeiro à Holanda que também está de rastos?

Bom, talvez o Euro sobreviva à passagem da Grécia, Irlanda, Portugal e mesmo Holanda a protectorados BIF. Mas dificilmente sobreviverá à passagem da Espanha e , de certeza que não sobreviverá à da Itália.

E quais as consequências imediatas de um colapso do Euro? Ninguém sabe...

Há no entanto uma quase certeza, a União Europeia irá a seguir pois a saída do Euro de Portugal, Espanha, Grécia, etc., implicaria desvalorizações das moedas destes países de 20 ou mesmo 30% o que inviabilizaria o Mercado Único.

Os génios euro-fanáticos que lançaram o Euro bem podem limpar as mãos à parede com a porcaria que fizeram.

Alterações à bandeira portuguesa


Ao que nos conduziu o disparate da adesão ao Euro e mesmo à CEE/UE.

Uma modesta proposta ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa

Todos sabemos que o Dr. António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa se preocupa com os problemas do ambiente, da pegada de carbono, do aquecimento global, etc., etc.

Descobri um video no Youtube que dá uma magnifica sugestão a como o Dr. António Costa poderá implementar as suas ideias em Lisboa:





A ideia seria a de acabar com as licenças de táxi substituindo-as por licenças de rickshaw.

Só teria vantagens, o trânsito melhoraria e as emissões de carbono diminuiriam tal como a poluição.

Para tornar mais atractiva a profissão de chaffeur de rickshaw, poderia ser feita uma proposta aos partidos para que se incluisse na Constituição um artigo que garantisse que estes profissionais, por mais que a idade de reforma subisse, teriam sempre direito a ela, no máximo, aos setenta anos.

Sugere-se a todos os leitores que manifestem a sua concordância com esta proposta junto ao Dr. António Costa.

Terça-feira, Novembro 2

Recordando...

Uma época que já lá vai...











Estes devem ser cigarros à prova de água...
Será que também podem ser fumados debaixo de água?





Segunda-feira, Novembro 1

O fascismo da blogosfera e equiparados

Muitas vezes fala-se da Internet e da blogosfera como se de um imenso espaço de liberdade se tratasse.
Tenho muitas dúvidas, principalmente na blogosfera.
É que o facto de se permitirem comentários nos blogues juntamente com a possibilidade do dono do blog os censurar, está a transformar a blogosfera num conjunto de espaços em que os que partilham uma dada opinião se juntem para reforçarem as suas convicções repetindo-as até mais não poder ser.
Qualquer comentário que não esteja 100% de acordo com as opiniões do autor blog, é pura e simplesmente censurado.

Não me parece que, a isto, se possa chamar de democracia.