Europe
The Final Countdown
***
Joan Baez
We shall overcome
(Venceremos)
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Sábado, Março 19

Beware Angela-IV


De pé, cantar, que vamos triunfar
Avançam já bandeiras de unidade
Já vão crescendo brados de vitória
E tu verás teu canto e bandeira, florescer
A luz de um rubro amanhecer,
Milhões de braços fazendo a nova história.

De pé, marchar, que o povo vai triunfar
Agora já ninguém nos vencerá
Nada pode quebrar nossa vontade
E num clamor mil vozes de combate nascerão
Dirão, canção de liberdade;
Será melhor a vida que virá.

E agora, o povo ergue-se e luta
Com voz de gigante, gritando avante

O povo unido jamais será vencido

O povo está forjando a unidade
De norte a sul, na mina e no trigal
Somos do campo, da aldeia e da cidade
Lutamos unidos pelo nosso ideal, sulcando
Rios de luz, paz e fraternidade
Aurora rubra serás realidade

De pé, cantar, que o povo vai triunfar
Milhões de punhos impõem a verdade
De aço são, ardente batalhão
E as suas mãos levando a justiça e a razão
Mulher, com fogo e com valor
Estás aqui junto ao trabalhador.

E agora, o povo ergue-se e luta
Com voz de gigante, gritando avante

O povo unido jamais será vencido

Quinta-feira, Março 17

Alteração ao IRS 2011 - Atenção



  Alteração ao IRS 2011 - Atenção
 

 Alteração ao IRS 2011 - Atenção: reencaminhe e espalhe a informação por um maior número de pessoas.


--- ATENÇÃO ---
Alteração ao IRS 2011
 

Atenção à actualização da relação dos seus dependentes!
 

Actualize a sua lista de DEPENDENTES na DECLARAÇÃO ANUAL DE RENDIMENTOS
(Por definição, são seus DEPENDENTES, todos aqueles que você é OBRIGADO, POR LEI, A SUSTENTAR)
 

Assim, são SEUS DEPENDENTES:
 
 

Ciganos;
 

- Vagabundos;
- Arrumadores de automóveis; 
 

- Presidência da República e assessores;
 

 - Governo e assessores;
 

 - Câmara Municipal e assessores;
 

 - Águas de ... (consumos mínimos e estimado);
 

 - EDP (consumos mínimos e estimado);
 

 - Gás de Portugal (consumos mínimos e estimado);
 

 - Beneficiárias da taxa de saneamento básico (recolha de lixo, etc);
 

 - Centros de inspecção de veículos;
 

 - Companhias seguradoras (seguro automóvel obrigatório);
 

 - BRISA (Portagens);
 

 - Concessionárias de parques e estacionamento automóvel;
 

 - Concessionárias de terminais aeroportuárias e rodoviários;
 

 - Instituições financeiras (Taxas de administração e manutenção de contas correntes, renovação anual de cartões, requisição de cheque etc.);
 

 - Mais de 230 deputados da Assembleia da República e respectivos ESQUEMAS de apoio.
 

 - BCP, BPN, BPP e demais esquemas de enriquecimento fácil de administradores e gestores cleptomaníacos a que o estado entrega os impostos que pago, para evitar o alarme social e financeiro ........
 

 

... Para o ano é provável que ainda haja MAIS!!!
 

Beware Angela-II

Quarta-feira, Março 16

Já basta!

Parece estar tudo a preparar-se para uma coligação PS-PSD (com ou sem CDS) para se implementar cá, em Portugal os ditames da Angela, Sarkozy e do resto da maralha da UE.
A nós só nos resta dizer:

Beware Angela!

A guerra em curso...

A Islândia e nós...

A Islândia é um país admirável... entrou em crise mas já a está resolver, o PIB está a crescer, o desemprego em queda etc.
É que a Islândia teve a inteligência de nunca aderir à UE e de não ter a moeda dita única.
Os nossos políticos fariam bem em olhar para a Islândia e explicar-nos porque é que eles estão bem e nós não!
Deixa-se aqui um video de ano novo feito para um programa da TV islandesa.

Terça-feira, Março 15

À atenção dos nossos gestores... 3 casos de má Gestão




Vale a pena ler




Três casos de má Gestão

Caso 1:

Ía uma jovem a passear com o seu namorado, quando ouviram uns empregados de umas obras gritar:

- Oh cabrão, não a leves a passear, leva-a mas é para um lugar escuro e come a gaja!!!

O rapaz, muito envergonhado, segue o seu caminho com a namorada e passam por um parque onde estão vários reformados sentados que ao vê-los começam às bocas ao noivo:

- De mãozinha dada com a miúda, devias é levá-la para um motel, ó paneleiro!!!!

O rapaz, cada vez mais envergonhado, decidiu-se levar a namorada a casa e despede-se:

- Então até amanhã, meu amor!

A noiva responde-lhe:

- Até amanhã, surdo de merda!!!


Conclusão:

Escuta e põe em prática os conselhos dos consultores externos pois são gente com experiências; se não o fizeres, a tua imagem e a tua gestão empresarial ver-se-ão seriamente deterioradas.

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Caso 2:

Um réu, condenado a prisão perpétua por assassínio em primeiro grau, consegue fugir ao fim de 25 anos na prisão. Ao fugir, entra numa casa onde dorme um jovem casal. O assassino ata o homem a uma cadeira e a mulher à cama.

A seguir, encosta o seu rosto ao peito da mulher, levantando-se de seguida e saindo a seguir do quarto.

Imediatamente, arrastando a cadeira, o marido aproxima-se da esposa e diz-lhe:

- Meu amor, este homem não vê uma mulher há anos. Eu vi-o beijando-te o peito e aproveitando que ele se afastou um pouco, quero pedir-te que cooperes com ele e faças tudo o que ele te pedir. Se ele quiser fazer sexo contigo não o evites e finge que gostas.

Por favor, não o afastes. As nossas vidas dependem disso!!! Sê forte, minha linda, eu amo-te.

A jovem esposa diz ao marido:

- Querido, estou reconhecida que penses assim! Efectivamente este homem não vê uma mulher há anos, no entanto não estava a beijar-me o peito.

Estava a dizer-me ao ouvido que gostou muito de ti e perguntou-me se guardamos a vaselina na casa de banho.

Sê forte, meu lindo; eu também te amo muito.

Conclusão:

Não estar verdadeiramente informado pode trazer sérios inconvenientes.

A informação actualizada e exacta é fundamental para sair com êxito do ataque de competência desleal e assim evitar surpresas desagradáveis.

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Caso 3:

Um rapaz vai a uma farmácia e diz ao farmacêutico:

- Senhor, dê-me um preservativo. A minha namorada convidou-me para ir jantar esta noite lá a casa, já saímos há três meses, a pobre começa a estar muito quente e parece-me que me vai pedir para lhe pôr o 'termómetro'.

O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. De imediato, volta a entrar, dizendo:

- Senhor, é melhor dar-me outro, porque a irmã da minha namorada, é uma boazona de primeira, passa a vida a cruzar as pernas à minha frente que ás vezes até lhe vejo as entranhas. Acho que também quer algo, e como vou jantar hoje lá a casa...

O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. De novo, volta a entrar, dizendo:

- Senhor, é melhor dar-me outro, porque a mãe da minha namorada também é boa como o milho. A velha, quando a filha não está ao pé, passa a vida a insinuar-se dum modo que me deixa atrapalhado, e como eu hoje vou jantar lá a casa...

Chega a hora da comida e o rapaz está sentado à mesa com a sua namorada ao lado, a mãe e a irmã à frente.

Nesse instante entra o pai da namorada e senta-se também à mesa. O rapaz, baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:

- Senhor, abençoa estes alimentos, bzzzz, bzzzz, bzzzz,... damos-te graças por estes alimentos.

Passa um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando:

- Obrigado Senhor por estes dons, bzzz, bzzz, bzzz....

Passam cinco minutos e prossegue :

- Abençoa Senhor este pão, bzzz, bzzz, bzzz...

Passam mais de dez minutos e o rapaz continua de cabeça baixa rezando.

Todos se entreolham surpreendidos e a namorada diz-lhe ao ouvido:

- Meu amor, não sabia que eras tão crente ...!!!

- E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico !!!

Conclusão:

Não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos, porque essa inconfidência pode destruir a sua própria organização.

Segunda-feira, Março 14

A Alemanha, a Polónia e o Euro

Uma sondagem do Guardian (britânico) mostra que enquanto que 59% dos alemães querem manter o Euro, 48% dos polacos (contra 40%) opõem-se a que o seu país adira à moeda única.

Guardian: Poll


Domingo, Março 13

O que é que terá sido pedido ao Sócrates?

Segundo o EUObserver, a Grécia conseguiu uma redução de um ponto percentual nos juros que paga em troca de algumas cedências como a de arrancar com um programa de privatizações (principalmente de terrenos) no valor de 50 mil milhões de Euros!
À Irlanda tentaram obriga-la a aumentar os seus impostos para ter uma redução semelhante, o que a Irlanda recusou.
Isto trás alguma luz sobre alguns projectos de privatização que o Sócrates anunciou (a da TAP, por exemplo)  e também levanta algumas questões, o que é que Sócrates já terá dado?




EUOBSERVER / BRUSSELS - Greece has won a reduction of 100 basis points - one percent - in the interest rate it pays on its €110 billion loan and an extension of the payment period from the current three and a half years to seven and a half.
Ireland was offered a similar reduction, but the country's new prime minister said he could not accept the terms demanded.
"It was impossible to reach a deal for Ireland this evening," Taoiseach Enda Kenny told reporters after an acrimonious seven-hour meeting of eurozone premiers and presidents in Brussels on Friday.
"I wasn't prepared to contemplate a [common eurozone tax base]," he continued, adding that Ireland still intends to be "constructive" about discussions about EU tax policy as contained in a ‘euro pact' agreed by leaders early Saturday morning, but that was as far as Dublin was willing to go.
He said that Ireland had been asked "to make a reference to our corporate tax rate."
Referring to an angry confrontation between Kenny and French President Nicolas Sarkozy over corporate taxes, he said: "France has had very strong views on corporate tax rates for quite some time, but then so do I."
He said that Ireland unlike Greece had not asked for a loan extension. He insisted: "This country wants to pay its way. We seek no evasion of our responsibilities."
"It will be difficult" to continue the discussions, he added, "but I am convinced we can find a way."
Sarkozy for his part noted that the issue is "very sensitive for our Irish friends."
"There is a discussion that is progressing in one way or another ... but there is no certainty," he continued, asking for "at least a gesture."
In return for Greece's concessions, Athens has committed to a detailed fire-sale privatisation programme worth some €50 billion.
The country had been pushing for a reduction of two percent on the interest it pays, but the request fell on deaf ears in Berlin, Paris, the Hague and Helsinki.
A similar 100-basis-point reduction on the rates Ireland pays on its €85 billion loan was also dangled in front of Prime Minister Enda Kenny, but the quid pro quo demanded by core eurozone countries was that Dublin agree to a common tax base for the single-currency area, a move that the taoiseach has described as "tax harmonisation through the back door."
Ireland refused the deal, but both Kenny and French President Nicolas Sarkozy said that discussions on the matter will continue.
On 11 February, experts from the troika of the International Monetary Fund, the European Commission and the European Central Bank took the Athens leadership by surprise when they announced that Greece was to embark on an ambitious privatisation programme worth €50 billion by 2015.
The announcement came as something of a shock because at the start of the bail-out programme, the troika had demanded state sell-offs amounting to €1 billion a year from 2011 to 2015, for a total of €5 billion. As recently as the first review of the Greek austerity programme by the troika, little more was demanded from the government.
A second review, in December last year, announced that Greek authorities were preparing a "more ambitious three-year" privatisation strategy than originally agreed, amounting to at least €7 billion over the next three years, following a review of real estate holdings.
The shock €50 billion announcement provoked outrage in Athens.
Prime Minister George Papandreou called up IMF boss Dominique Strauss-Kahn and commission economy chief Olli Rehn to complain about what Greek government spokesman George Petalotis had called "unacceptable behaviour."
"We did not ask anybody to meddle in the internal matters of the country," he said at the time.
Athens appears to have eaten some very expensive humble pie however.
Papandreou told reporters that he had made "no new commitments" in terms of privatisation plans and that the €50 billion schedule was already in play.
According to an EU diplomat from another core eurozone state, Greece offered up a list of what is to be sold off "and it was satisfactory."
The emphasis will be on selling off public real estate. According to the conclusions of the eurozone summit, Greece is to "fully and speedily complete the €50 privatisation and real estate development programme." IMF analysts note that the country has between €200 and €300 billion in land holdings.
The leaders also backed a ‘euro pact' aimed at boosting the EU's competitiveness through wage restraint, cutting public spending, making it easier to fire employees and raising retirement ages, amongst other measures.
Non-euro EU states, such as Sweden, Denmark, the UK, and Poland, will be invited to join the pact at the European Council of 24-25 March.
They agreed that a permanent eurozone rescue fund is to have an overall effective lending capacity of €500 billion and that the funds may "as an exception" intervene in the primary debt market - meaning purchase of government bonds upon issue - but only alongside the imposition of "strict conditionality".
While much of the emphasis was on austerity and cuts to the public sector, leaders did back one measure that imposes costs on banks. They said that a financial transaction tax "should be explored and developed further" at the euro area, EU and international levels.

Sexta-feira, Março 11

Malditos impostos!

Na lista deste ano de milionários publicada pela Forbes, há um desgraçado que no ano passado estava em 11º lugar e este ano caiu para 162º lugar só com seis mil milhões de dólares!
Esse desgraçado é um tal Ingvar Kamprad, fundador da IKEA e de nacionalidade sueca.

A razão apresentada para esta desgraça é que o Senhor Kamprad passou a pagar impostos!

Como é? Havia um sueco, ainda por cima milionário que não pagava impostos? Bom, a Suécia parece não ser como andaram para aí a contar...

PREÇO COMBUSTÍVEIS

Recebi este mail que parece merecer uma resposta.
Infelizmente nenhum dos interessados parece ter interesse em responder...


Mais uma chega para este processo que cada vez mais... "tresanda a podridão"!!
 
Agora estou a remeter-vos uma Carta Aberta de um Capitão da Marinha Mercante, identificado, e que sabe muito bem o que diz sobre a roubalheira dos combustíveis.
 
Sei que o primeiro "ladrão" é o Estado - não quer prescindir de maneira nenhuma do verdadeiro tesouro que é meter as mãos sem medida no bolso dos contribuintes - de todos nós - pois todos pagamos de uma maneira ou outra todas as variações de custo, desde a matéria prima até aos alimentos, aos serviços - pois que tudo ou quase tudo...assenta no raio do petróleo!
Pasmem-se meus Amigos!


Repassa, Repassa e Repassa,
 
 

                      CARTA ABERTA

 

Prezado Dr. Carlos Barbosa

Presidente da Direcção do Automóvel Club de Portugal

 

Lisboa, 9 Março 2011

 

 

ASSUNTO: O DESCARADO AUMENTO DOS COMBUSTÍVEIS

TRÊS PERGUNTAS A FAZER ÀS GASOLINEIRAS

 

O elevado custo a que os combustíveis chegaram é um doloroso espinho na nossa economia.

Torna-se urgente removê-lo ou pelo menos evitar que se enterre mais, se a quisermos salvar de "morte certa".

O preço dos combustíveis assenta em quatro custos básicos:

1 – A matéria prima (ramas de petróleo)

2 – O transporte marítimo (frete)

3 – A refinação (transformação do crude nos produtos de consumo)

4 – A distribuição (armazenagem e colocação nas bombas)

Mas as nossas gasolineiras (Galp/BP/Repsol/Shell,etc.) parece só conhecer o primeiro ou escondem os restantes.

HÁ TRÊS PERGUNTAS URGENTES A FAZER

 

A primeira grande situação escandalosa do custo dos combustíveis, que abastecemos nas bombas, advêm do facto das gasolineiras, quando trocaram a compra da matéria prima proveniente dos portos do Golfo Pérsico, cerca der 15 dias de viagem, pela dos portos do Norte e do Oeste de África, cerca de 3 a 6 dias de viagem, nem um só cêntimo alguma vez baixaram seus preços! (Alguém soube de tal?)

Por exemplo se os fretes estiverem a 1 dolar/tonelada/dia de viagem (para usar nºs simples pois o valor é superior) teremos que, no caso dum petroleiro de 100 mil toneladas, com aquela troca de origem resultaria:

De     100.000x1x15 = 1.500.000 dólares

Para  100.000x1x3ou6 =  300.000 ou 600.000 dólares

Uma redução fabulosa!

A pergunta que o ACP deve fazer:

QUEM BENEFICIOU COM ESTA REDUÇÃO DE FRETES?

 

A segunda grande situação escandalosa advêm do facto (pelo menos no momento actual) da escalada do custo das matérias primas  se ter iniciado há menos de um mês e as gasolineiras já fizeram três aumentos. O primeiro escândalo, nesta situação, é o facto de que todo o produto refinado, entregue na distribuição naquele período de tempo, foi primeiro adquirido nos mercados estrangeiros em "spot" a longo termo (talvez seis meses ou mais) com custos muito inferiores aos actuais), depois feito o afretamento dos navios petroleiros estrangeiros (que os não há portugueses) nos "brokers" internacionais, nem sempre de pronto disponíveis. Depois realizam-se as viagens das origens daquela matéria, para os terminais de Sines e Leixões. Seguiu-se o processo de tratamento e refinação, tanquagem e distribuição. Tudo levando largas semanas senão meses até ao consumidor.

A pergunta a fazer é:

A QUE PREÇO PAGARAM AS GASOLINEIRAS AS RAMAS QUE SINES E LEIXÕES RECEBERAM NAS ÚLTIMAS SEMANAS?

 

A terceira situação escandalosa advêm do facto do petróleo bruto ali recebido, primeiro não ser todo proveniente do mesmo terminal de origem, fretes diferentes, depois não possuir as mesmas características (mais ou menos "light" ou mais ou menos betuminoso, etc.) de que resulta produtos refinados de diferente qualidade.

A pergunta a fazer é:

COMO É QUE TODAS AS GASOLINEIRAS CONSEGUEM, COM TAIS PARÂMETROS, FAZER O MESMO PREÇO DE VENDA E NO MESMO DIA?

 

A minha solicitação a meu prezado Presidente do ACP para que se coloquem estas questões às gasolineiras é porque a mim a elas não me respondem. Faço parte daqueles que "elas" consideram de "tansos pagantes", apesar de ter andado algumas dezenas de anos no transporte de hidrocarbonetos e viajado mais de um milhão de milhas em navios petroleiros por esse mundo fora do petróleo.

Como seria bom ler o que nos vão (se) responder…

E talvez com as respostas dadas o Sr Ministro responsável pelos transportes saísse da meditação em que se encontra e nos ajudasse a resolver o assunto.

E com um muito saudar vos solicito minhas escusas.

 

Joaquim Ferreira da Silva – Sócio nº 3147

Capitão da Marinha Mercante (Reformado)

Membro da Secção de Transportes da Sociedade de Geografia de Lisboa.

 

Quinta-feira, Março 10

O mito da eficiência empresarial no governo ou por que excelentes empresários acabam sendo maus governantes

Recebi este texto no meu mail. Embora não concorde totalmente com ele, é um texto interessante para ler e meditar.

Foi escrito por Alexandre Barros, cientista político (PhD, University of Chicago) e diretor-gerente da Early Warning: Políticas Públicas e Risco Político (Brasília - DF), além de colaborador regular d’O Estado de São Paulo. Ele pode ser contactado em alex@eaw.com.br.


Há boatos cíclicos, dizendo que governantes contratarão empresários de sucesso para reformar o governo. Raramente eles se materializam, e mesmo quando isso acontece, mais raramente ainda dão certo.



A regra básica do sucesso empresarial é triunfar no mercado, enfrentando concorrência, tomando decisões estratégicas recebidas de clientes que consomem, ou não, os produtos e serviços de empresas. As mensagens são rápidas e eficientes. Alguns mercados são mais estáveis: tijolos e materiais básicos de construção, por exemplo; outros, menos. Às vezes, o segredo está na compra, como é o caso do mercado da moda: empresários e empresárias compram – ou mandam produzir– o que acham que será vendido. Esse é um dos maiores e mais dinâmicos mercados do Brasil, com trocas de coleções e uma incessante busca de novidades rentáveis. Errar na mira e comprar produtos que encalham é um risco altíssimo.



Em outros, o segredo está na venda e na performance como, por exemplo, no futebol e no humor. Os deputados Romário e Tiririca sabem disso. No futebol, o mercado testa o produto (jogador) a cada partida e no humor a cada show. Se caem as vendas, as audiências, ou se as torcidas começam a reclamar, adeus craque e adeus palhaço.



No governo, nada disso acontece. Para começar, há uma dissonância: quem manda, de direito, tem contratos de 2 ou 4 anos (a duração dos mandatos). Quem executa é estável por uma carreira inteira e não pode ser mandado embora. Além do mais, a clientela só pode votar nos políticos a cada 2 ou 4 anos. Nos burocratas, não vota nunca. Por isso, a figura do empresário-ministro, com frequência não dá certo. O governo não é um mercado. Tem algumas regras de mercado altamente regulado, que são exercidas a intervalos mais longos – as eleições – mas que não atingem os executores das decisões, que são concursados para a vida inteira. Nenhum mercado tem capacidade de puní-los.



Delfim Neto, o todo poderoso ministro da fazenda nos governos militares, contou-me uma vez que, quando chegou ao Ministério, ninguém obedecia às suas ordens. Só o faziam quando ele dava as ordens erradas e, nas palavras de Delfim, “aí eles cumpriam com todo o afinco e dedicação e morriam de rir de mim quando dava errado. Demorei cerca de seis meses para conseguir controlar a máquina do Ministério”, isso dentro de um regime autoritário. Os burocratas sabem quando vai dar errado, os ministros que vêm de empresas não sabem. As regras no imperfeito mercado de decisões governamentais são completamente diferentes daquelas das empresas, dada a ausência das mensagens instantâneas e inequívocas dos mercados de bens e serviços privados.



No governo, nada disso acontece porque os consumidores não têm escolha de que produtos governamentais consumirão. São forçados a consumir os que são oferecidos em sistema de monopólio, ou simplesmente ficam sem o serviço. Se estiverem insatisfeitos, fora reclamar com o bispo (e não se fazem mais bispos como antigamente), só resta a oportunidade de não reeleger um político na eleição seguinte, fato que terá impacto próximo de zero sobre os prestadores de serviços. Quando, por exemplo, a telefonia era estatal no Brasil, uma linha telefônica podia custar uma fortuna e/ou demorar de 10 a 20 anos para ser entregue.



Meu primeiro ato de cidadania formal foi praticado aos dezesseis anos de idade: pedi autorização a meu pai para tirar uma carteira de identidade (já houve isso para menores de 18 anos). No dia em que fui buscá-la, no Rio de Janeiro, minha primeira parada saindo da repartição em que tinha pegado a carteira foi na Companhia Telefônica Brasileira, que era estatal, para entrar na fila do telefone.



Fiz isso em dezembro de 1958. Terminei o segundo ciclo, perdi um ano fazendo serviço militar obrigatório, entrei para a faculdade, formei-me, virei bacharel, trabalhei um ano e ganhei uma bolsa de estudos. Mais de dez anos depois, quando estava estudando em Chicago, meus pais tiveram a grata surpresa de receber uma carta avisando que iriam instalar o meu telefone, coisa que ninguém recusava. Uma linha telefônica era um bem que podia ser usado, alugado, vendido ou legado em herança. Tinha gente que vivia de alugar telefones. Havia até uma “bolsa”de linhas telefônicas.



Os cidadãos não tinham nenhuma capacidade de mandar aos governantes uma mensagem eficaz dizendo que queriam telefones. Assim, os consumidores que se danassem. Bastou privatizar a telefonia e no Brasil passou a haver sobra de telefones. Qualquer um pode ter mais de um se quiser. E mais, se não estiver satisfeito com uma prestadora de serviços, pode ir para outra e ainda levar o número. Mesmo este sendo um mercado muito limitado, regulado por uma agência governamental que limita a concorrência, a toda hora as pessoas mudam, sobretudo no caso dos celulares.



Mas não existe NENHUMA área de serviços prestados pelo governo que dê escolhas aos consumidores para que eles possam mandar mensagens mais eficazes aos prestadores de serviços para que estes mudem seus comportamentos ou melhorem os serviços que prestam. Nas áreas de serviços prestados por “concessionárias”, há sempre as agências reguladoras, que funcionam como uma espécie de para-choques. Elas impedem que o impacto dos desejos do mercado tenha capacidade de causar sérios e rápidos danos no bolso do prestadores de serviços.



É por essas e outras que empresários bem sucedidos não dão certo no governo: eles não dispõem de um mecanismo eficaz para receber comunicações do mercado. Mesmo quando “percebem”, de alguma maneira, que algo não está funcionando bem, sua capacidade de dar uma ordem à burocracia estatal e fazer com que ela seja cumprida é próxima do zero. Por isso, vamos parar de acreditar que empresários darão jeito nos governos – quaisquer governos – e deixemo-los seguir sendo empresários pois, como tais, poderão nos prestar serviços mais úteis, melhores e mais baratos.



A verdadeira batalha é para diminuir o governo, privatizando serviços sem monopólios ou oligopólios regulados. Só assim cidadãos poderão ter melhores serviços, sem esbarrar na indiferença de burocratas profissionais e na impotência de autoridades competentes no setor privado mas burocraticamente impedidas de fazer cumprir o que, de alguma forma, sabem que o mercado quer.


O mercado de escravos afunda-se

Segundo este video da CNN, o custo actual de um escravo é de USD$90 enquanto que há duzentos anos custava (em dólares actuais, USD$40.000!

A razão parece ser um excesso de oferta...

Para quando uma entidade reguladora que ponha termo a esta catástrofe?

Etanolofobia?

Segundo diário finlandês Kaleva, condutores alemães e finlandeses recusam-se a usar o novo combustível com 10% de etanol, o E10, cuja introdução é obrigatória ao abrigo de regulamentações europeias. 
Naturalmente esta etanolomania acaba conduzindo a etanolofobia...

A crise ataca em força...

Ou talvez não...

A Forbes acaba de publicar a lista dos ricaços deste ano (ver aqui).

À frente aparece o mexicano Carlos Slim com uns míseros 74 mil milhões de dólares... batendo o pobre Bill Gates por 18 mil milhões de dólares.
Depois de Bill Gates com 56 mil milhões aparece Warren Buffet com 50 mil milhões e, a seguir um francês, Bernard Arnault com 41 mil milhões.
Este cavalheiro fez a sua fortuna com a LVMH, a world leader in luxury...
Em 6º há um indiano, em sétimo o espanhol da Zara, em oitavo um brasileiro e em nono outro indiano.
Nos dez primeiros os restantes são americanos.
E nós? Não há portugueses no pacote?
Há sim:
200º Américo Amorim com 5,1 mil milhões de dólares;
512º Eliseu Soares dos Santos 2,3 mil milhões;
833º Belmiro de Azevedo com 1,5 mil milhões.
E pronto, não há mais portugueses.
Quanto a outros países que nos são próximos, temos:
Brasil, 30, com o primeiro em 8º lugar e o último em 1057;
Espanha, 15, do 7º ao 993º
Irlanda, 5, do 103 ao 782;
República Checa, 3, do 97º ao 1057º:
Grécia, 2, 219 e 459;
Itália, 14, do 32º ao 993, com o Berlusconi num honroso 118º lugar, sendo o terceiro italiano mais rico.

Bom, depois de se ver esta lista quem é que tem lata para falar na crise?

Quarta-feira, Março 9

Quando a gente disse ditador não era para ofender, coronel...

Ferreira Fernandes escreve no Diário de Notícias

E se a Líbia der para o torto, isto é, se a Líbia não der para o torto? Sim, e se a notícia da morte política de Kadhafi foi manifestamente exagerada? Ontem, o site do francês Le Monde titulava: "Os rebeldes perdem terreno, a comunidade internacional hesita." Recapitulemos. O coronel Kadhafi atirava aviões abaixo e por isso fez a sua travessia do deserto. Depois, amainou e voltou a ser recebido em sociedade, à custa também da quotização alta que pagava com os proventos do petróleo. O pestífero transformou-se em parceiro, viragem justificada pelas normas internacionais que mandam tratar com Estados e não com regimes. Mais eis que, há dias, depois do tunisino Ben Ali e o egípcio Mubarak caírem, a rua líbia também se pôs a mexer, o que indiciava a iminência da queda de Kadhafi. Aí, o mundo: "Ditador!", como se ele já tivesse sido outra coisa. Obama exigiu-lhe a demissão, Cameron e Sarkozy, também, Portugal, no Conselho de Segurança, presidiu à comissão de sanções, a Suíça congelou-lhe as contas... - todos, ainda há pouco, ex-parceiros. Enfim, deram-no por liquidado. Só Berlusconi se manteve discreto (pudera, Kadhafi é dono de meia bota!) O problema é que há ruas árabes concorridas (em Tunes e Cairo, por exemplo) e outras desérticas (Tripoli), onde o exército se safa melhor. Kadhafi fica? Não fica? Se calhar é melhor começar a treinar isto: "Quando a gente disse ditador não era para ofender, coronel..."

Ahhh! E a London School of Economics (LSE para os amigos), lá deve vir a correr dizer que esse boato de que a tese de doutoramento do seu rebento tinha sido plagiada, era a brincar,... amigos como dantes?

AL-JAZEERA e o Qatar...

AL-JAZEERA é uma estação de TV do Qatar.
E o que é o Qatar? É um emirato árabe como os outros, isto é, um emirato com um manda chuva que faz o que quer como nos outros países árabes.
Agora no Qatar um cidadão local que tinha um blog foi preso, esse cidadão, Sultan al-Khalaifi era também o fundador de uma organização local de direitos humanos.
Bom, a AL-JAZEERA, sempre tão prestimosa a relatar os desmandos da Líbia e de outros países árabes, mal relatou o que aconteceu ao tal Sultan al-Khalaifi...
E, por estranho que pareça não conseguiu encontrar nenhum responsável governamental para comentar o caso.
Se arrebentarem distúrbios no Qatar vai ser curioso ver o comportamento da AL-JAZEERA...

Ver mais informações aqui.

A morte de Sócrates

LXVI – Ouvindo-o, Critão fez sinal ao menino que se encontrava mais perto. Este saiu e voltou pouco depois em companhia do encarregado de lhe dar o veneno, que já o trazia espremido na taça. Ao ver o homem, Sócrates perguntou-lhe. E agora, meu caro: já que entendes destas coisas, que precisarei fazer?

Nada mais, respondeu, do que andar depois de beber, até sentires peso nas pernas, e em seguidas deitar-te. Assim o veneno actuará.

Depois dessas palavras, estendeu a Sócrates a taça, que a tomou das mãos dele com toda a tranquilidade, sem o menor tremor nem alteração da cor ou das feições. Mirando por baixo o homem, com aquele seu olhar de touro, perguntou-lhe: Que me dizes? E se eu fizesse uma libação com um pouquinho disto aqui? É permitido ou não?

Só preparamos, Sócrates, respondeu, a quantidade que nos parece suficiente.

Compreendo, retrucou. Mas pelo menos é permitido, e até um dever, pedir aos deuses que façam feliz a passagem deste mundo para o outro. É o que peço. Prouvera que me atendam!

Depois de assim falar, levou a taça aos lábios e com toda a naturalidade, sem vacilar um nada, bebeu até à última gota. Até esse momento, quase todos tínhamos conseguido reter as lágrimas; porém quando o vimos beber e que havia bebido tudo, ninguém mais aguentou. Eu também não me contive: chorei à lágrima viva. Cobrindo a cabeça, lastimei o meu infortúnio; sim, não era por desgraça que eu chorava, mas a minha própria sorte, por ver de que espécie de amigo me veria privado. Critão levantou-se antes de mim, por não poder reter as lágrimas. Apolodoro, que desde o começo não havia parado de chorar, pôs se a urrar, comovendo seu pranto e lamentações até o íntimo todos os presentes, com excepção do próprio Sócrates.

Que é isso, gente incompreensível? Perguntou. Mandei sair as mulheres, para evitar esses exageros. Sempre soube que só se deve morrer com palavras de bom agouro. Acalmai-vos! Sede homens!

Ouvindo-o falar dessa maneira, sentimo-nos envergonhados e paramos de chorar. E ele, sem deixar de andar, ao sentir as pernas pesadas, deitou-se de costas, como recomendara o homem do veneno. Este, a intervalos, apalpava-lhe os pés e as pernas.
Depois, apertando com mais força os pés, perguntou se sentia alguma coisa. Respondeu que não. De seguida, sem deixar de comprimir-lhe a perna, do artelho para cima, mostrou-nos que começava a ficar frio e a enrijecer. Apalpando-o mais uma vez, declarou-nos que no momento em que aquilo chegasse ao coração, ele partiria. Já se lhe tinha esfriado quase todo o baixo-ventre, quando, descobrindo o rosto – pois o havia tapado antes – disse, e foram suas últimas palavras: Critão, exclamou, devemos um galo a Asclépio. Não te esqueças de saldar essa dívida.

Assim farei, respondeu Critão, vê se queres dizer mais alguma coisa.

A essa pergunta, já não respondeu. Decorrido mais algum tempo, deu um estremeção. O homem o descobriu; tinha o olhar parado. Percebendo isso, Critão fechou-lhe os olhos e a boca.

Tal foi o fim do nosso amigo, Equécrates, do homem, podemos afirmá-lo, que entre todos os que nos foi dado conhecer, era o melhor e também o mais sábio e mais justo.

Calma não se excitem...


Este texto é um extracto de Fédon (ou Fedão; em grego: Φαίδων, transl. Phaídon) é uma obra filosófica escrita por Platão que, através de diálogos, relata os últimos ensinamentos do filósofo Sócrates, antes de tomar a cicuta (pois fora condenado à morte pelo Estado).


E Platão viveu há há uns 24 séculos em Atenas, na antiga Grécia... o Sócrates era outro...




Ainda há pesetas?


The Times reports that more than 60 businesses in Galicia have started to accept pesetas as legal tender again, in the hope of boosting the local economy.
Times


Não é só a nós que a União Europeia prejudica

An opinion piece in Handelsblatt by Comment Editor Thomas Hanke criticises the EU's biofuel directive arguing, "The use of wheat and corn for the production of biofuels has, according to a 2008 World Bank report, raised their prices by 75% - with fatal effects for the food situation in poorer countries."
Handelsblatt

Não somos só nós...

The IHT reports that rising costs threaten the future of the Nabucco gas pipeline project, intended to reduce the EU's dependence on Russian energy supplies. The part EU funded Nabucco project was originally budgeted at €7.9bn, but now could reach €14bn, according to estimates by BP, threatening to make the venture unprofitable.
IHT

Terça-feira, Março 8

Abaixo Assinado Autocarros da Carris

Abaixo-Assinado: Pela Reposição dos Autocarros da Carris:
Destinatário: Ministro das Finanças e da Administração Pública; Ministro dos Obras Públicas, Transportes e Comunicações; Presidente do Conselho de Administração da Carris; Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
 
GOVERNO, CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA E CARRIS ATACAM O DIREITO AO TRANSPORTE PÚBLICO.
 
Lisboa tem desde o dia 5 de Março menos carreiras de autocarro. Em concreto, foram desde já suprimidas 6 carreiras, 2 passarão a funcionar apenas nos dias úteis, outras 5 verão o seu percurso encurtado e uma outra passará a funcionar apenas em hora de ponta.
Estão a ser negociadas novas reduções, alegando a Carris que tal facto se deve à "falta de procura".
A verdade é que esse facto se deve, sim, à redução imposta de 15% nas despesas operacionais da Carris
São alterações profundas, que deixam poucas alternativas a quem utiliza a Carris como meio principal de transporte.
Depois da tarifa ter aumentado para 1,5 euros nos autocarros, 2 euros nos eléctricos e 3 euros nos elevadores e ascensores, a Carris protagoniza agora outra injustiça, reduzindo o serviço público que lhe é
devido.
A carreira 12, Santa Apolónia/ Alcântara-mar é suspensa ao fim de semana. Para chegar a Alcântara-mar o utente terá que apanhar 3 autocarros!
A Carreira 702, cujo troço Marquês de Pombal – Restauradores, agora suprimido, havia sido reposto na sequência da luta dos utentes, não possui possibilidades de transbordo pois as paragens distam mais de 200 metros.
A carreira706, Terreiro do Paço /Santa Apolónia deixa de ter ligação directa passando a Cais do Sodré / Santa Apolónia.
A carreira 745, Santa Apolónia /Prior Velho, deixa de existir ligação directa passando a Terreiro do Paço/Prior Velho. Deixando dois terminais de transportes (respectivamente o Ferroviário Suburbano e o Fluvial) sem o suporte e articulação necessárias.
A carreira 781 é suprimida durante o fim-de-semana, deixando com acessibilidade nula as áreas Norte e Sul do Bairro dos Olivais.
No conjunto estas alterações e outras não mencionadas afectarão milhares de cidadãos que habitam ou trabalham na cidade de Lisboa, contribuindo para o aumento de custos e tempo dispendido pelos utentes, para uma diminuição da utilização do transporte público, e em suma para o agravar da situação económica negativa, quer na região de Lisboa, quer no País.
A Plataforma das Comissões de Utentes da Carris, repudia esta medida, reafirma a necessidade de um serviço de transportes urbanos, efectivamente público e de qualidade e APELA à PARTICIPAÇÃO da POPULAÇÃO NESTE ABAIXO-ASSINADO, o qual será entregue como forma de pressão para travar novos cortes e repor as carreiras agora suspensas.